Adventures and Misadventures of a double gig

Fazia bem uns 3 meses que eu sabia que meu dia 9 de abril de 2011 seria dedicado a somente uma atividade – e que tal atividade me tomaria inclusive alguns costumes rotineiros inerentes a qualquer pessoa, tais como almoço, café-da-manhã, idas ao banheiro, etc. Na passada data já referida deu-se a realização dos concertos de duas grandes bandas do rock internacional.

Se dependesse somente de minha iniciativa, provavelmente esse show passaria sem a minha presença. No entanto, a Mari, mulher-maior da minha vida, é tão fanática por U2 quanto eu por Paul McCartney. Somado a esse fator havia também o singelo fato da supracitada banda carregar consigo atualmente outro “conjuntinho” para fazer a abertura de seus shows: a estrondosa MUSE. Tal banda, apresentada à minha pessoa pela pessoinha de pouco mais de metro e meio que já citei nesse parágrafo, é uma de minhas maiores paixões musicais atualmente, chgando em minha cabeça ao patamar de “o novo Queen”.

Fila às 8:40 da manhã e o dia a seguir foi recheado por ótimas companhias – passando por SP, MG, PB e até uma garota de camiseta azul com os dizeres “Jennifer Magnética”. Outros recheios foram barrinhas de cereais, club social, xixis a R$2,00, sol, chuva, um taxista furão e outro salvador, um liquidificador sem tampa em forma de mulher louca e, pra variar, pessoas me comparando ao Chris Martin…

Muse foi, sem meias palavras, foda! Já chorei em “Uprising”, primeira música do show. Daí em diante, descambaram a tocar sua penca de músicas maravilhosas. O U2, como muitos sabem, não é uma banda que gosto e isso não mudou. No entanto, ao ver com meus próprios olhos a banda ao vivo a 15 metros de distância, tenho a obrigação de falar que o Bono canta pra carâmboles e que o show deles é fantástico. Fora aquele palco que, convenhamos, nem precisa de comentários.

O dia encerra-se com um mais que merecido lanche, cadeiras e cama confortáveis na casa de nosso salvador-mor, Emerson. Mesmo sem tê-lo conhecido pessoalmente, é um cara que merece o meu respeito tecnológico! (Muito obrigado mesmo, my friend!). Por conta desse cara, das outras pessoas que conheci, dos shows e da minha eterna companheira, esse fim de semana com certeza ainda pululará por muito tempo em minhas conversas e referências.

Trilhas sonoras de jogos que marcaram meus ouvidos 3

E vamos para a parte 3 do post que eu tanto gosto de fazer e que satisfaz minha nostalgia quando pesquiso para ele. Segue a listinha com vídeos das músicas!

12 – Yoshi’s Island – Flower Garden (SNES)

13 – Mega Man 6 – Plant Man (NES)

14 – Lemmings – Stage 5 (SNES)
(essa música é um arranjo muy fueda da Dança dos Pequenos Cisnes, de Tchaikovsky)

15 – Lemmings – Stage 11 (SNES)
(e essa é outro arranjo muy muy fueda, dessa vez do Rondó Alla Turca, de Mozart)

16 – The Legend of Zelda: Ocarina of Time – Gerudo Valley (N64)

17 – Mega Man 3 – Dr. Wily Stage Boss (NES)

18 – Final Fantasy VI – Terra’s Theme (SNES)
(já chorei muito com essa música)

18.1 – versão orquestrada (e muy muy muy fueda) do Terra’s Theme