Grandes temas de vilões

Ah, o ódio! O terror! Medo, asco, repulsa… morte! Tantos sentimentos e situações que sempre buscamos distância e que poucos de nós realmente sabem lidar com eles. Mas não esses personagens. Não, pois a grande arma desses personagens é justamente saber usar essas maldições para adquirir poder e gerar aquela simultaneidade de revolta e simpatia para com eles – afinal, como não achar esses personagens fantásticos, tão cheios de si e confiantes no seu sucesso acima de todas as coisas?

Não vou ficar fazendo comentários sobre a personalidade de cada um ou criando análises psicológicas behavioristas e afins. Aqui, vou apenas ressaltar que alguns dos grandes vilões de filmes, séries e videogames estão associados a uma grande trilha sonora. Conhecendo o vilão e sua história, quem não se arrepia ouvindo alguma dessas trilhas?

1 – Darth Vader (Star Wars)

Lógico, o grande guerreiro dos Sith não poderia deixar de ser o primeiro dessa lista. Uuma trilha fantástica composta por John Williams, um dos grandes gurus musicais de Hollywood. Ouvindo a Marcha Imperial do vídeo abaixo, não tem como não dar aquela olhada pra trás pra ter certeza que Vader não está ali, pronto para lhe estrangular usando apenas a Força.

2 – Kefka (Final Fantasy VI – SNES)

Para os fãs de Final Fantasy, esse (ao lado de Sephiroth, que vem logo em seguida), é um dos maiores vilões que já apareceram. Traiçoeiro, trapaceiro, usurpador e todos os outros adjetivos nesse sentido cabem aqui para falar dele. Mais uma trilha incomparável de Nobuo Uematsu.

3 – Sephiroth (Final Fantasy VII – Playstation)

Eu não cheguei a enfrentá-lo no Final Fantasy VII (parei de jogar antes disso, confesso!), mas há um culto tão grande sobre esse vilão que ele traspassou a barreira do videogame e hoje ocupa uma posição de referência entre os grandes vilões. E convenhamos, a trilha de ajuda muito!

Em breve, mais posts sobre grandes vilões e suas trilhas!

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Ah, esses temas, tão inesquecíveis…

Com o passar dos dias tenho ganhado um gosto cada vez maior e mais refinado para música erudita. Sempre gostei, mas atualmente tenho buscado conhecer mais, ouvir mais, estudar esta tão consagrada forma musical tão distinta e tão distante do nosso cotidiano. Tenho ouvido elementos em música que jamais pensei que pudessem ser tão profundos – e olhem que eu nem estou me aprofundando tanto assim ainda! Mas, ao invés de blabear como geralmente faço, vou dar-lhes exemplos.

A começar pelo período barroco da história da música, no qual os compositores muito pensavam e pouco deixavam transparecer de seus sentimentos. Ainda assim, J.S.Bach conseguiu transmitir uma sensação sem igual de adoração religiosa e elevação espiritual em seu Jesus Alegria dos Homens.

Tal adoração, tal elevação espiritual, talvez tenha sido alcançada somente por seu contemporâneo Haendel, no coro Hallelujah de seu oratório O Messias.

Já no período clássico, surge a genialidade de W.A. Mozart com seus incontáveis temas, sempre tão belos, incisivos e, por muitas vezes, jocosos. Deste último adjetivo, vem à minha mente o último movimento de sua sonata no. 11 para piano, o Rondó Alla Turca:

No entanto, Mozart também tinha sua profundidade, bem exposta na sua (talvez) mais famosa obra, a Sinfonia no. 40 em sol menor.

E do mesmo período clássico de Mozart, porém atravessando de eras até o romantismo, surge outra figura lendária. Ludwig van Beethoven, autor de obras conhecidas até mesmo de nome, como a Sonata ao Luar, Para Elise, entre outras, é quem captou do universo a melodia eterna de sua 9ª sinfonia, em especial o trecho conhecido por Ode à Alegria:

E do romantismo e afora surgem N figuras memoráveis. A começar, Richard Strauss com a música que foi tema do filme “2001: Uma Odisséia Espacial”, Assim Falou Zarathustra:

Logo depois, um de meus compositores favoritos, Piotr Ilich Tchaikovsky, grande compositor de valsas, ballets, entre outras peças, das quais citarei apenas a cena de abertura de O Lago Dos Cisnes. Pensem, numa grandeza reprimida, gritando por sua liberdade… digam se não é isso que a música passa:

Tem também Antonín Dvorák (faltou um símbolo em cima do R que meu teclado é incapaz de reproduzir), compositor dessa preciosidade que me tirou lágrimas a primeira vez que ouvi: Sinfonia no. 9, “Novo Mundo”, segundo movimento.

Depois desse Dvorák, eu não consigo continuar. É emoção demais! Mas podem ter certeza que continuarei depois. Aguardem novos posts!

Mega Man X3 – Toxic Seahorse

Sempre gostei de música de videogame e de ver o pessoal tocando essas músicas no YouTube. Então pensei comigo, “por que não eu?”. Então segue aí o primeiro de provavelmente muitos desse tipo. “Wastewater Dam”, tema do Toxic Seahorse, de Mega Man X3.

A música original:

Minha versão toda gravada no meu quarto:

Trilhas sonoras de jogos que marcaram meus ouvidos 3

E vamos para a parte 3 do post que eu tanto gosto de fazer e que satisfaz minha nostalgia quando pesquiso para ele. Segue a listinha com vídeos das músicas!

12 – Yoshi’s Island – Flower Garden (SNES)

13 – Mega Man 6 – Plant Man (NES)

14 – Lemmings – Stage 5 (SNES)
(essa música é um arranjo muy fueda da Dança dos Pequenos Cisnes, de Tchaikovsky)

15 – Lemmings – Stage 11 (SNES)
(e essa é outro arranjo muy muy fueda, dessa vez do Rondó Alla Turca, de Mozart)

16 – The Legend of Zelda: Ocarina of Time – Gerudo Valley (N64)

17 – Mega Man 3 – Dr. Wily Stage Boss (NES)

18 – Final Fantasy VI – Terra’s Theme (SNES)
(já chorei muito com essa música)

18.1 – versão orquestrada (e muy muy muy fueda) do Terra’s Theme

Sexta-feira, 17:19

Sexta-feira, 17:19. Teoricamente, 11 minutos pro fim do expediente da semana, 41 minutos pra encontrar minha linda e amada namorada. Penso que quero compor pra orquestra, mas algo grandioso como isso:

Enquanto as idéias para tal não me vem, fico com essa regurgitação visual:

E sugerindo a todos que compareçam nesse domingo às 17h30 na Concha Acústica Helena Meirelles, no Parque das Nações Indígenas, em Campo Grande – MS. O por quê disso vocês podem ver aí embaixo.

Essa arte maravilhosa é obra de arte da Mari Armôa, a garota dos meus sonhos que vou encontrar daqui os já citados 41 minutos.

Trilhas sonoras de jogos que marcaram meus ouvidos 2

Parte dois daquele post que muita gente gostou. Quatro musiquinhas novas pra vocês escutarem e opinarem se realmente são músicas marcantes ou não.

08 – Yo! Noid – Pizza Eating Contest (NES)

09 – Final Fantasy V – Clash On The Big Bridge (SNES)

10 – Final Fantasy VI – Fierce Battle (SNES)

11 – Castle of Illusion – Water Caves (Mega Drive)

Musical Jobs

Que o computador faz música todo mundo sabe desde 1970 ou antes até. Mas desde o surgimento do magnífico Steve Jobs e seus iPod, iPhone, iPad e esses brinquedinhos maravilhosos, nos é permitido ver (e ouvir, claro!) pérolas como essa:

2 minutos só de iPad e depois entra a banda. Me lembrou uma boa dose de Yes em suas épocas áureas! Do caralho! Quem quiser me dar um iPad de presente eu aceito, numa boa!